Entre muitos outros recursos importantes, o apito inicial traz o P.E.R.I.T.O., conjunto dos fatores de sucesso da evangelização, desenvolvido pelo pastor José Bernardo, que vai ajudar pastores e líderes a avaliar as melhores estratégias e administrá-las depois de implantadas. O manual também descreve os dez programas estratégicos oferecidos pela Iniciativa 2-3-5.
"tive por necessidade escrever-vos e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos" Judas 3
Iniciativa 235 - Apito Inicial
04 março, 2013
A Iniciativa 2-3-5, esforço de parceria do qual a AMME Evangelizar faz parte, e que se propõe a ajudar as igrejas evangélicas na evangelização no contexto esportivo, lançou nesse início de março o manual de liderança: apito inicial.
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Maravilhosa Graça
13 fevereiro, 2013
Um dos hinos cristãos mais ouvidos de toda a história evidentemente é Amazing Grace ou Maravilhosa Graça. Esse hino expressa de maneira sublime um espírito grato à Deus pela sua imensa misericórdia e sua poderosa Graça.
Dotada de uma melodia simples que conduz aquele que a conta a um estado de adoração profunda. Esse hino já foi gravado e regravado diversas vezes pelos mais variados cantores ao redor do mundo.
A história desse hino começa nos navios negreiros no Oeste da África, John Newton, um jovem inglês, dono de um barco negreiro, viajava a fim de vender escravos. Certa vez, Newton encontrou-se em meio a um tempestade na qual o mudou profundamente, fazendo com que Newton meditasse em todos os ensinamentos que ele havia sido instruído em sua infância cristã, agora Deus muda completamente sua vida.
John Newton retorna à sua terra decidido à servir à Deus e viver para sua glória. Em meio às suas produções encontra-se o hino Amazing Grace uma descrição da maravilhosa graça de Deus.
Maravilhosa Graça, Oh quão doce é o som
Que salvou um miserável como eu
Eu estava perdido, mas agora eu me encontrei
Eu estava cego, mas agora eu vejo.
Quando estivermos lá há 10 mil anos,
Brilhantes como a luz do sol,
Não teremos menos dias para cantar louvores a Deus
Do que quando, quando começamos no princípio
Por muitos perigos, labutas e armadilhas,
Eu já passei
A graça de Jesus me trouxe seguro, de tão distante,
E a graça me levará para casa.
Maravilhosa Graça, Oh quão doce é o somTradução livre: Amazing Grace - John Newton, 1773.
Que salvou um miserável como eu
Eu estava perdido, mas agora eu me encontrei
Eu estava cego, mas agora eu vejo.
Referências
http://www.christianitytoday.com/ch/131christians/pastorsandpreachers/newton.html
http://www.johnnewton.org
O Cristão e o sofrimento
30 janeiro, 2013
O sofrimento, segundo a cosmovisão Cristã, é um lembrete de Deus para nos mostrar que não estamos em nosso estado final, que o nosso lar não é aqui e que não devemos nos acomodar e apegar com as coisas desta vida. O nosso corpo é diariamente cercado pelo pecado, uma carcaça decaída constantemente assediada pelas falhas.
O sofrimento, segundo Deus, é o meio pelo qual Deus nos faz voltar a Ele e nos faz anseiar pela redenção total do nosso corpo, nos faz odiar o pecado e amar a sua poderosa Graça. Graça essa que se achegou a nós e sem méritos nos trouxe para uma viva esperança.
Com relação aos irmãos que sofrem, nós devemos ainda aprender a ser mais sensíveis e compassivos com aqueles que também sofrem, de maneira que não enchamos nossa boca com palavras de acusação contra eles. Pois nesses momentos, palavras não ajudam a diminuir a dor, palavras aumentam a dor como flechas que atacam o coração.
Foi assim com Jó, em meio as suas desventuras os seus amigos lhe cercaram com fortes acusações, eles por suas palavras agressivas tornaram sua presença dispensável de maneira que Jó os chamou de "consoladores molestos". Então que a nossa presença diante dos que sofrem, mesmo em silêncio, seja compartilhada como recomenda Paulo: Chorai com os choram.
A Teologia do Sofrimento é um dos degraus muito importantes para a Vida Cristã, você pode ignorá-la, pode ainda absorver a anti-bíblica teologia da prosperidade ou se debruçar sobre as Escrituras e desfrutar do prazer de entender a operação da maravilhosa Graça de Deus em meio ao sofrimento.
Que Deus nos ensine cada dia mais nos aperfeiçoando diariamente.
O sofrimento, segundo Deus, é o meio pelo qual Deus nos faz voltar a Ele e nos faz anseiar pela redenção total do nosso corpo, nos faz odiar o pecado e amar a sua poderosa Graça. Graça essa que se achegou a nós e sem méritos nos trouxe para uma viva esperança.
Com relação aos irmãos que sofrem, nós devemos ainda aprender a ser mais sensíveis e compassivos com aqueles que também sofrem, de maneira que não enchamos nossa boca com palavras de acusação contra eles. Pois nesses momentos, palavras não ajudam a diminuir a dor, palavras aumentam a dor como flechas que atacam o coração.
Foi assim com Jó, em meio as suas desventuras os seus amigos lhe cercaram com fortes acusações, eles por suas palavras agressivas tornaram sua presença dispensável de maneira que Jó os chamou de "consoladores molestos". Então que a nossa presença diante dos que sofrem, mesmo em silêncio, seja compartilhada como recomenda Paulo: Chorai com os choram.
A Teologia do Sofrimento é um dos degraus muito importantes para a Vida Cristã, você pode ignorá-la, pode ainda absorver a anti-bíblica teologia da prosperidade ou se debruçar sobre as Escrituras e desfrutar do prazer de entender a operação da maravilhosa Graça de Deus em meio ao sofrimento.
Que Deus nos ensine cada dia mais nos aperfeiçoando diariamente.
Referências
Charles Swindoll. Jó – Um homem de tolerância heróica. Série heróis da fé. São Paulo: Mundo Cristão, 2004.
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Cristãos Anônimos
08 dezembro, 2012
A cultura humana está encharcada pela busca da auto promoção e da fama, desde a mais tenra idade somos estimulados à busca pelo sucesso. Nos últimos dias a busca pela fama entra nos círculos evangélicos provocando os devidos estragos. Como falo para cristãos espero que o pensamento sobre a fama e sucesso possa ser compreendido como algo prejudicial e nocivo ao cristão.
A vida contém períodos de solitude e recolhimento. Paulo, o grande apostolo dos gentios, passou um período recluso em lugares desertos a fim de meditar e digerir as visões e mudanças que ocorreram na sua vida desde que se encontrara com o terrível Cristo ressuscitado, o qual o chamara para padecer por amor do seu nome. O mais interessante na carreira de Paulo é que o mesmo não alcançou o status de notável apóstolo de maneira instantânea, mas foi alcançado após um longo período de aperfeiçoamento e refinamento segundo a graça de Deus.
Um dos primeiros pontos a se observar sobre a trajetória de vida e o pensamento de Paulo é que o mesmo acreditava que qualquer cristão (notável ou não) era apenas produto da abundante graça de Deus, nada mais, ou seja, não há méritos humanos dentro da perspectiva da graça. É nessa realidade que o sucesso e a fama desejada pelos corações humanos devem desaparecer.
O apóstolo Paulo foi sem dúvida uma grande ferramenta da graça de Deus, não se pode negar isso, e não podemos negar que o mesmo teve o prazer de ter tido sua história de vida eternizada nas páginas das Bíblia Sagrada. Mas o que dizer dos milhares de cristãos que viveram e morreram pelo Evangelho, sem que ao menos se ouvisse os seus nomes? O que dizer dos cristãos que o único e último momento glória diante dos homens foi ter seu nome pronunciado pelo algoz ante a sua execução em uma arena numa guilhotina?
O apóstolo Paulo foi sem dúvida uma grande ferramenta da graça de Deus, não se pode negar isso, e não podemos negar que o mesmo teve o prazer de ter tido sua história de vida eternizada nas páginas das Bíblia Sagrada. Mas o que dizer dos milhares de cristãos que viveram e morreram pelo Evangelho, sem que ao menos se ouvisse os seus nomes? O que dizer dos cristãos que o único e último momento glória diante dos homens foi ter seu nome pronunciado pelo algoz ante a sua execução em uma arena numa guilhotina?
Infelizmente os ensinamentos da "teologia da prosperidade" que tenazmente assediam os cristãos em todo o mundo acabam sucumbindo diante dessas perguntas, tendo em vista que a mesma não concebe que um cristão verdadeiro possa vir a sofrer dessa maneira. Oferece um evangelho que enfatiza as obras e despreza a graça, coloca o homem como o centro e Cristo como nosso mordomo. Relativizam as Escrituras a tal ponto de descaracterizá-la. Infelizmente o "cristianismo" do sucesso e da fama terá seu espaço por algum tempo, até que a heresia e a mentira corroam sua doutrina tornando-a ainda mais pálida e desfigurada.
Resta aos que ainda se lembram do valor e da responsabilidade de carregar a mensagem da graça de Deus, que mantenham firme a confissão e a pregação do Cristo crucificado, da graça suficiente e gratuita. Mesmo que seus nomes sequer sejam mencionados entre os círculos evangélicos mas que Cristo conhece o trabalho e o compromisso que há dentro de cada coração que foi achado pela sua maravilhosa graça.
Deus nos abençoe!
Referências
FOXE, John. O livro dos mártires. Ed. Mundo Cristão. São Paulo. 2003.
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A assombrosa humanidade de Cristo
01 dezembro, 2012
O cristianismo possui em um de seus pilares uma doutrina interessante, na qual o Deus criador se acha em forma em humana afim de redimir os pecados da sua criação. Esse ensinamento geralmente é visto rapidamente pelos cristãos, mas quando analisado cuidadosamente provoca espanto, pois revela diversas características do Criador se identificando com sua criação de uma maneira totalmente diferente.
Na teologia, o fenômeno no qual Deus em Cristo se torna homem é chamado de kenosis, de origem grega a palavra significa "esvaziamento", e foi utilizada no texto de Paulo aos Filipenses 2.7 com o sentido de que Cristo deixou alguns atributos da sua divindade.
Ao se falar de "Deus na Terra", temos que falar um pouco sobre um sentimento muito interessante, que está presente na estrutura humana desde os períodos mais antigos, o numinoso. Segundo C. S. Lewis, em O problema do sofrimento, o sentimento do numinoso não está relacionada ao medo, mas numa mistura entre a reverência e o pavor ao invisível. O ser humano sempre se viu rodeado de uma imensidão e perigos, sempre pensando que o universo fosse permeado pelo sobrenatural.
Tratando-se dos judeus, temos o Monte Sinai com terremotos e trovões, e sendo "assombrado" pelo que chamaram de "Senhor justo, que ama a justiça". Nesse caso, além do sentimento de reverência, existe o senso moral atribuído a ele, o que o torna uma entidade que exige moralidade dos que com ele se identificam.
A humanidade de Cristo chega a ser espantosa, pois demonstra que o próprio Deus esteve entre os homens e pregava uma mensagem muito peculiar, que ia desde uma ética estranha até predições sobre o futuro. O que mais chama a atenção, também, é que além de vir ao mundo Jesus experimenta o escárnio e a morte, e morte de cruz.
Essa mensagem, como disse Paulo, é loucura para os gregos e escândalo para os judeus, mas para nós é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê.
Referências
LEWIS, C. S, O problema do sofrimento, Editora Vida, São Paulo, 2006.
Ao se falar de "Deus na Terra", temos que falar um pouco sobre um sentimento muito interessante, que está presente na estrutura humana desde os períodos mais antigos, o numinoso. Segundo C. S. Lewis, em O problema do sofrimento, o sentimento do numinoso não está relacionada ao medo, mas numa mistura entre a reverência e o pavor ao invisível. O ser humano sempre se viu rodeado de uma imensidão e perigos, sempre pensando que o universo fosse permeado pelo sobrenatural.
Tratando-se dos judeus, temos o Monte Sinai com terremotos e trovões, e sendo "assombrado" pelo que chamaram de "Senhor justo, que ama a justiça". Nesse caso, além do sentimento de reverência, existe o senso moral atribuído a ele, o que o torna uma entidade que exige moralidade dos que com ele se identificam.
A humanidade de Cristo chega a ser espantosa, pois demonstra que o próprio Deus esteve entre os homens e pregava uma mensagem muito peculiar, que ia desde uma ética estranha até predições sobre o futuro. O que mais chama a atenção, também, é que além de vir ao mundo Jesus experimenta o escárnio e a morte, e morte de cruz.
Essa mensagem, como disse Paulo, é loucura para os gregos e escândalo para os judeus, mas para nós é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê.
Referências
LEWIS, C. S, O problema do sofrimento, Editora Vida, São Paulo, 2006.
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Do we hear God speak?
26 outubro, 2012
Tears fall, do we heed the call?
When we lift a prayer to heaven, does He hear at all?
Struggling through the pain we bear
Our hearts don't feel that He is there
Do we hear God speak, in the silence of our pain?
Does the search for answers why, only seem to end in vain?
Do we hear God speak, when we listen for His voice?
So silently He whispers, do we hear God speak?
Heartache can cause the will to break
Day by day we still endure it for enduring sake
Words He gives are spoken clear
Draw near to God and you will hear
Do we hear God speak, in the silence of our pain?
Does the search for answers why, only seem to end in vain?
Do we hear God speak, when we listen for His voice?
So silently He whispers, do we hear God speak?
David Phelps - Journey to Grace, 1994
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